Entender este modo de ver a vida é fácil, porém, fazer é diferente de saber que viver existe.
Mudar a visão de mundo, diminuir, sem suplantar, o próprio ego, é prática dolorosa
Predispor-se a entender as dificuldades doutrem, sem aceitar qualquer dedo venha riste.
Andar neste equilíbrio de ego e o outro, é algo difícil mas, torna a vida uma prática saborosa.
Temos o livre arbítrio, lidar ou não com as dores e limites dos outros, podemos apenas ignorar
Indiferença é o caminho simples, mas, viemos a este mundo nos limitar e se entregar as facilidades?
Acreditar em nossa infinita capacidade é o que motiva e, é o dom, de quem busca a vida bem explorar
Praticar este modo de vida, é busca pela verdadeira riqueza, é deixar ao longe as vis futilidades
Unindo-nos a valores elevados, frente a um mundo que busca, em muitas instâncias, pelo próprio ego
Resvalaremos, por vezes neste rumo, nos limites da insanidade, pois, a decepção, muito certamente, é o retorno;
Aproximarmos-nos da plenitude, aranhando os densos véus de nossa ignorância, é o prêmio do esforço que, como efeito, livra-nos da condição humana de eternos cegos!
Em passos tinhosos aprenderemos que nada somos e isto é muito....
Aqui o que vale é pensar
Penso Logo... Questiono
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Conclusões que o Tempo doa aos corações aflitos...
Após algum tempo cansado e nervoso o próprio Tempo gritou-me aos ouvidos e explicou algo que, severamente, vinha incomodando a minha sanidade....
Nem tudo se resolve se resolvendo...
...
Nem tudo se resolve se resolvendo...
...
Amar não é a satisfação dos instintos, nem mesmo a alegria
do estar ao lado de alguém...
Militam muitos, fieis a cegueira, em favor uma máxima que definiria
o amor verdadeiro...
Apregoam que não há vida sem o ser amado e isto como a
verdade fiel do amor.
Natimorto é o amor não correspondido, ou, de Platão, quando
insiste mesmo sem retorno.
Divagam quanto a completude, onde não existe a não correspondência,
há o engano do coração ou do destino.
Apadrinham, assim, a infâmia do tomar para sí, implícita
nesta egóica ideia, travestindo-a de Amor.
Ter para sí é egoísmo, e não completude, o Amor não exige
nada, nem mesmo o retorno.
Interagir é o bônus causado por antibiótico dado ao coração,
e independe da mutualidade.
Amor, é hospede do coração, inimigo de suas dores, e,
dilatado (retorno), beneficia o anfitrião
Grandioso alegra a alma do dono da casa, fazendo luz em
todos os cômodos.
Obrigar e Amar são opostos, “no in lux, no in tenebres”. A
posse toma, enquanto o amor doa.
Explicar o Amor pelas sensações físicas é deturpar a pureza deste
divino sentimento.
Querer, faz parte do Amor, que tira dele a impureza dada
pelo instinto ou da brutalidade do ter.
Um lado vê o querer como parte do desejo, o outro, faz desta
parte o sentido de se desejar.
Instaura-se, assim, a antagonia entre o amor cego, ou, o
egoísta, frente ao Amor real.
Lembremos que um é hospede, agora, os outros, são invasores
que se fortalecem ao afago do ego.
Incansavelmente trarão a necessidade de querer, de sentir, de
estar e de ter
Brincar, cuidar, ou, apenas, desejar o bem estar iguala-se a
“sem você não sei viver”?
Retribuição alegra, nos amores, e no Amor. Neles, porém, o objeto
alegra, N’outro, alegrar-se alegrando é o objetivo.
Ora, está confuso? Caso esteja a/Amando alguém com certeza,
pergunte-se: “Você quer ter um amor?”. "Assim na lata, e se responda...."
Quer? Quem Ama de fato já Tem um Amor independente do retorno, parece contraditório?
Uma breve explicação elucidará, o Ter nesta resposta vem do
fato do hospede já estar instalado e feliz.
Este fato significa que em seu coração há um sentimento
superior que independe do retorno. Resta-lhe tratar seu hospede bem, e cuidar
para que os frutos atraiam ao ser amado
Escapando do egoísmo e da cegueira, que exitosos farão do
sentimento uma prisão sem grades, de adoração e idolatria.
Razão é fruto do Amor, que não morre em hipótese alguma após
rebento, pois, não é nosso e sim do outro e por mais que nos faça bem será
sempre dedicado a outrem e não ao ego.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Pra que?
Escrevo este blog na ânsia de encontrar amizades, pessoas que compreendam missa dificuldade e meu medo e me salvem dessa solidão atroz, por isso mando notificações a todos as minhas "amigas" com desejo que leiam e me entendam, contudo, além de não lerem sequer me escutam.
Hoje novamente mais uma se foi e desta vez eu cansei, entrego os pontos, agora eu que vou me fechar pro mundo. DEU!
Implorar carinho é algo muito humilhante pra ser mantido por mais que duas décadas...
Deu! Não aguento mais...
Deus do céu deu!
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