Não posso me dizer fã da trajetória política do ex-vice presidente Jose Alencar, pois não a acompanhei e não tenho informações suficientes a respeito, mas agora pouco isto importa gostaria de deixar claro aqui que o que me faz fã deste homem não é o fato dele ser um político destacado no cenário nacional. Foi sim o fato de ser um guerreiro, lembrou nesta luta outro político que também não fraquejou diante da cruel doença a qual foi acometido o governador Mario Covas que até o ultimo minuto luto pela vida.
A luta pela vida deixa todo ser humano consternado, e no caso destas duas figuras, por mais que no caso do Mario Covas eu pessoalmente era contrário a algumas ideologias, quando vi a força em não desistir diante do grande mal que os atingiam mantendo compromissos mostrando-se guerreiros e firmes na luta mesmo quando era clara a impossibilidade de vitória tornei-me fã. Eles perderam completamente qualquer tipo de objeção da minha parte e creio de da maior parte do povo brasileiro. Afinal somos maiores do que as ideologias somos semelhantes, e nessa semelhança o apoio e à admiração nos é automática a quem mostra firmeza diante de um grande obstáculo.
Ao ver a força tanto de Mario Covas como de Jose Alencar não só eu como quase a totalidade dos brasileiros reconhecemos neles a força que nos faz dignos e nos tornamos fãs, caíram as ideias, as diferenças, os lados, veio à tona a face humana e nesta face o brilho da luta. O rosto cansado, abatido, a voz mais mole por conta das dores não afetou as palavras, pelo contrário, foi neste momento que o discurso tornou-se mais aguerrido e contundente.
No momento de maior sofrimento não se ouviu lamurias, não se ouviu ataques, não se ouviu fraqueza. Lutaram como guerreiros tornando o momento mais difícil da vida de um ser em imagem de força e resistência beirando a teimosia, no caso do forte e já saudoso José. Da morte não tiveram medo e sim, foram dignos. Saudades Mario, vai com Deus José. GUERREIROS.
Aqui o que vale é pensar
Penso Logo... Questiono
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Fim dos Tempos
Para dizer a verdade todos estamos assustados mesmo ouvindo os historiadores citandos diversas outras hordas de tragédias naturais e fases de guerras civis picopando ao mesmo tempo por varias partes do mundo a quantidade de informações recebidas diariamente hoje em dia nos coloca diante de acontecimentos fortes e reais que nos trazem uma sensação estranha de medo.
Este medo num é um medo comum como o de ser assaltado ou de perder o emprego e sim a eterna idéia de final do mundo o armagedom, porém, sinceramente a idéia de controle é inconsciente em uma grande parcela das pessoas por isso a idéia de que a ordem esta se alterando e que ela não tem participação ou controle a assusta. Então este medo de que o resto das coisas a sua volta também entrem em colapso em algum momento, trazendo o caos a ordem estabelecida quebrando o seu sabido controle equivale, ao meu modo de ver as pessoas, com a idéia de armargedom.
Talvez seja uma idéia simplista de mostrar que o mundo sempre se renova e que não devemos nos desesperar por conta das grandes tragédias como o terremoto e o tsunami no Japão, ou as grandes revoltas como as que estão em curso no Oriente Médio, mas prefiro dizer que o mundo muda sim e que mesmo as tragédias são momentos onde testamos o nosso lado humano e que alguns regimes devem cair mesmo que não saibamos o que virá depois isso faz parte do ciclo da vida.
Creio sim que o mundo esta num momento importante da evolução e que todos os acontecimentos atuais têm parte neste processo, entretanto evoluir não é sinônimo de fim da existência e sim o inicio de uma nova fase e estes picos de evolução já ocorrem a milhares e milhares de anos na história do ser humano.
Cabe a nós seguirmos no barco da evolução e nos tornamos seres humanos melhores ao invés de esperarmos sempre o fim dos tempos e a chuva de fogo dos céus.
Este medo num é um medo comum como o de ser assaltado ou de perder o emprego e sim a eterna idéia de final do mundo o armagedom, porém, sinceramente a idéia de controle é inconsciente em uma grande parcela das pessoas por isso a idéia de que a ordem esta se alterando e que ela não tem participação ou controle a assusta. Então este medo de que o resto das coisas a sua volta também entrem em colapso em algum momento, trazendo o caos a ordem estabelecida quebrando o seu sabido controle equivale, ao meu modo de ver as pessoas, com a idéia de armargedom.
Talvez seja uma idéia simplista de mostrar que o mundo sempre se renova e que não devemos nos desesperar por conta das grandes tragédias como o terremoto e o tsunami no Japão, ou as grandes revoltas como as que estão em curso no Oriente Médio, mas prefiro dizer que o mundo muda sim e que mesmo as tragédias são momentos onde testamos o nosso lado humano e que alguns regimes devem cair mesmo que não saibamos o que virá depois isso faz parte do ciclo da vida.
Creio sim que o mundo esta num momento importante da evolução e que todos os acontecimentos atuais têm parte neste processo, entretanto evoluir não é sinônimo de fim da existência e sim o inicio de uma nova fase e estes picos de evolução já ocorrem a milhares e milhares de anos na história do ser humano.
Cabe a nós seguirmos no barco da evolução e nos tornamos seres humanos melhores ao invés de esperarmos sempre o fim dos tempos e a chuva de fogo dos céus.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Revoltas, Onde vão parar???
O mundo pede por mudança no Oriente Médio as revoltas populares tomam as ruas em países onde qualquer manifestação de contrariedade quanto as decisões politicas são consideradas crimes de Estado, na Europa os “possíveis” crimes sexuais de Berlusconi revoltaram a Nação italiana.
Difícilmente podemos prever se estas mudanças são para melhor ou para pior nem se continuarão e atingiram outros regimes e sistemas politicos pelo mundo, não há relação entre a Itália e o Oriente Médio entretanto os dois movimentos nasceram entre os populares e ganharam força se alimentando do descontentamento do povo destas localidades. Olhando por este prisma não seria difícil ver outras revoluções ou movimentos por mudanças pelo mundo mesmo aqui no Brasil apesar da regular fase economica que passamos, entretanto, ourtos países em dificuldades economicas graves têm combustível o bastante para tentarem uma mudança.
O que segura estes novos movimentos de surgirem, o que mantem povos inteiros na total miséria e passivos a toda sorte de decisões politicas absurdas? Difícilmente entenderemos o que mantem estes sistemas, somente o terror não seria capaz de se sustentar e com isso somos obrigados a crermos que existem diversas conjuturas e situações que juntas mantem os tais sistemas.
Levando em consideração a imprevisíbilidade dessas revoluções é dificil tomar partido afinal em muitos casos a tão prezada democracia piora e tornam as condições ainda piores do que antes, mas em minha opinião pessoal prefiro a luta pela melhoria a passividade na miséria.
Difícilmente podemos prever se estas mudanças são para melhor ou para pior nem se continuarão e atingiram outros regimes e sistemas politicos pelo mundo, não há relação entre a Itália e o Oriente Médio entretanto os dois movimentos nasceram entre os populares e ganharam força se alimentando do descontentamento do povo destas localidades. Olhando por este prisma não seria difícil ver outras revoluções ou movimentos por mudanças pelo mundo mesmo aqui no Brasil apesar da regular fase economica que passamos, entretanto, ourtos países em dificuldades economicas graves têm combustível o bastante para tentarem uma mudança.
O que segura estes novos movimentos de surgirem, o que mantem povos inteiros na total miséria e passivos a toda sorte de decisões politicas absurdas? Difícilmente entenderemos o que mantem estes sistemas, somente o terror não seria capaz de se sustentar e com isso somos obrigados a crermos que existem diversas conjuturas e situações que juntas mantem os tais sistemas.
Levando em consideração a imprevisíbilidade dessas revoluções é dificil tomar partido afinal em muitos casos a tão prezada democracia piora e tornam as condições ainda piores do que antes, mas em minha opinião pessoal prefiro a luta pela melhoria a passividade na miséria.
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