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sábado, 21 de maio de 2011

Política.

Exemplos de politica boa e ruim ocorreram nestes últimos dias tanto na política nacional como na internacional.
No Brasil vimos o nosso querido deputado Bolsonaro em uma atitude homofobica em frente as câmeras citando frases descabidas como “Ela é heterofóbica” envergonhando todos os brasileiros com sua intolerância quanto as opções sexuais das pessoas, que diga-se de passagem num deveria ser nem tema de discussão afinal cada um faz o que quer da vida e deveria ter os mesmos direitos do que as outras pessoas por não deixarem de ser cidadão por escolherem uma opção sexual diferente da maioria.
Nem tudo na política brasileira foi vergonha vimos com prazer também a aprovação no Supremo do reconhecimento destes mesmos direitos que Bolsonaro é contra não foi totalmente como deveria ser ainda, mas, mostra que estamos abrindo os olhos para algo que já deveria ser comum.
Internacionalmente vimos o presidente do FMI e ex possível presidente da França atacar uma camareira mostrando que mesmo sendo um dos homens mais importantes do planeta ainda precisa evoluir muito como ser humano.
Entretanto, graças a Deus, tivemos o enorme prazer em ver o homem mais “importante” do planeta mudar uma política burra que vinha sendo mantida por anos a fio. Barak Obama disse “é preciso um acordo plausível entre Israel e o povo Palestino.”
Olhando e analisando tudo isto a conclusão de que evoluímos muito é inegável, porém, ainda carregamos valores arcaicos que motivam crimes e visões ridículas em nossa sociedade.
Ignorar os arcaicos, os ignorantes e estúpidos e torcer para que a evolução chegue a eles também e apoiar sempre quem tenta mostrar ao mundo um caminho para evoluirmos cada vez mais é o nosso papel de cidadãos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A paz é possível? Ou é possível ter paz?

Manter a paz parece mesmo ser algo muito difícil em alguns casos a boa vontade de ir pelo caminho de paz por diversas vezes se encontra com o espírito daqueles que num tem nada a perder e nem a ganhar e que apenas querem é mostrar quem manda e se vangloriar por serem superiores.
Isto pode ocorrer desde uma escala maior como em Estados, torcidas, religiões grupos e afins como em escalas menores no cotidiano onde o outro quer apenas se sentir maior e mais independente do que você e para isso resolve fazer você sentir dor e se humilhar apenas para mostrar que ele sabe mais, tem maior poder e é mais independente que você.
Assim a paz interior se prejudica, pois, muitas vezes não queremos lutar contra o outro e sim apenas nos aliar ou conviver em harmonia e encontrando esta resistência e sofrendo estes abalos tendemos a nos defender e ficar cada dia mais arredio com medo de novas aproximações. Desta maneira nos tornamos menos gentis, menos altruístas, mais desconfiados estas são defesas naturais comuns quando passamos por estas situações.
Em resumo, é muito difícil crer numa paz mundial e social duradoura sabendo que existem pessoas que apenas para manter sua individualidade mais elevada que a do outro não respeita os sentimentos alheios. Claro que uma paz aparente é possível, mas creio que uma paz verdadeira onde cada homem olhe o outro como semelhante é quase impossível simplesmente pelo fato de que esta forma de agir cria pessoas que também vão valorizar mais o seu individual fugindo dos ataques alheios e em algum ponto atacando para não ser atacado. Vendo que numa escala micro as possibilidades de uma relação amistosa é remota numa escala macro a dificuldade só tende a aumentar.
Creio na habilidade do ser humano, mas a diplomacia é algo improvável enquanto o homem tratar o seu próximo desta maneira teremos diante de nós uma tarefa difícil, não somente é somente a visão de mundo precisamos mudar mas, sim transformar nosso olhar ao outro. Não poderemos salvar a natureza e o mundo sem antes mudarmos as relações interpessoais valorizando mais o ser do que a matéria e as necessidades individuais.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

GENTILEZA GERA GENTILEZA

Gentileza gera gentileza. Li esta frase num perfil de facebook e logo me veio uma complementação que diz “e Amor gera Amor”.
Pensando sobre o cotidiano, as cenas diárias de nosso viver, vejo que apesar da aparente cordialidade e o respeito entre as pessoas as gentilezas e o tratamento amoroso é coisa muito rara. Parecemos viver numa eterna rivalidade não queremos perder nem um assento para um idoso no coletivo.
Não temos paciência, não aceitamos nenhum tipo de “desaforo” e vencer parece pegar a ultima bolacha do pacote antes que aquele chato do outro departamento a pegue.
Façamos um teste, é sabido que imagens ou cenas mais raras nos marcam mais, ou melhor, ficam teoricamente mais tempo em nossa memória. Por isto convido a você amiga(o) a buscar em sua memória um momento de gentileza alheia sem uma segunda intenção apenas por pureza de espírito. Tenho certeza que se lembrará de algum momento, contudo, se fizer o contrário e lembrar algum momento de rudeza, maldade, falta de educação ou mesmo indecência, diversas cenas saltarão do seu cotidiano próximo e até intimo em muito maior numero do que as cenas anteriormente buscadas na memória.
Humildemente pergunto-lhes. Por quê? Não espero respostas e sim o reconhecimento de que precisamos agir para mudarmos não somente nossas lembranças e sim a situação de nossa sociedade, homofóbica, violenta, sem educação, sem gentileza e principalmente sem amor ao próximo.
De que adianta nos templos os fieis amarem uns aos outros e fora deles tornarem-se rivais ou rivalizarem com outros grupos? Ou professores ensinarem o valor da educação e os pais ensinarem que não se leva desaforo para casa?
Deixando de lado um pouco a humildemente digo-lhes não sou digno de que me achem legal ou gentil, mas, peço que reflita sobre nossos atos. (A Laniela Feitosa agradeço a inspiração)

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